Gastronomie/ Culinária

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VIB Grill & Lounge – Taste of Brazil em Munique!

VIB Grill & Lounge – Taste of Brazil em Munique!

Oi gente!

Nesta quarta-feira ( 20 de Agosto ) fui pela primeira vez na Churrascaria Rodízio VIB Grill & Lounge que inaugurou há pouco tempo aqui em Munique.

De muito requinte e bom gosto, o restaurante da  empresária Simone Weissmann não deixa nada a desejar …

A começar pela localização, a churrascaria é de fácil acesso, pertinho do trem . Pra quem vai de carro, também é super facinho de estacionar e encontrar, já que a rua é bem conhecida da área ( fica na Franziskanerst. 16 , em Rosenheimer Platz ). O restaurante é um pouco recuado, o que dá um clima ainda mais aconchegante e privado.

Já na entrada, sentimos o clima brasileiro. Há uma vitrine perto da porta com uma decoração bem típica ( com grãos e pacote de café etc ) e, como não podia faltar, a nossa bandeira.

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Lecker, lecker, lecker! (Gostoso!)

Lecker, Lecker, Lecker! Gostoso!

A culinária é para mim definitivamente um importante e delicioso patrimônio cultural de uma nação! Através dos hábitos alimentares das pessoas, é possível identificar aspectos peculiares de um lugar. A escolha dos temperos e o modo de se cozinhar os alimentos reflete de uma forma pitoresca a identidade de um povo. Hoje vou deixar água na boca com algumas especialidades que despertaram meu paladar.

Eu me delicio completamente experimentando novos sabores pois aprecio o gosto diferente e exótico de novas cultura. Quero dar minha opinião especificamente sobre comida alemã, já que moro em terras germânicas e é a composição de pratos deste país que hoje me alimenta.
Primeiro vou contar sobre uma das minha comida favorita, uma especialidade da Suábia, que pode ser encontrada em muitos lares e restaurantes da região, o típico Maultaschen!

Eu desembarquei aqui pela primeira vez em 2006 e depois de 12 horas de vôo com apenas uma refeição monótona e sem graça, típica de avião, me sentia faminta. Além de ser naturalmente sedenta por novidades naquela ocasião de barriga vazia e coração cheio, eu comeria até pedra mas tive a sorte de ser recebida com um prato que é uma verdadeira delícia.

O primeiro alimento que meu amor, meinen Schatz me ofereceu apesar de se parecer muito feio e pouco apetitoso foi a incomparável iguaria da região, “Maultaschen”! Lecker!!!
Lá estava eu, naquela pequena vila, daquele país ainda estranho, numa cozinha linda, decorada com todos os detalhes alemães. Na minha frente, um fogão elétrico sem fogo e uma caldeirão vermelho enorme. Dentro daquela panela gigante, um caldo verde meio amarelado e nele flutuava uma quantidade generosa de massa em forma de almofadas.

Eu estava um pouco desconfiada com aquela aparência, mas como eu não queria desapontar meu namorado, agora marido, que oferecia o jantar feito especialmente para mim pela mama alemã, decidi provar a feia especialidade. Uma inesquecível descoberta culinária, uma experiência de sabor incomparável! Lecker, Lecker, Lecker! Delicioso! Gostoso demais!

E assim, então, eu aprendi um dos primeiros adjetivos em alemão: lecker, que significa gostoso em português e que eu usaria muitas vezes mais tarde, com a intenção de elogiar a comida e, é claro, com a esperança e o intuito de experimentar novas especialidades.

“Maultaschen” é um dos pratos exclusivos da cozinha Suábia, schwäbische Küche.
Esses bolsões feitos de massa de macarrão e recheados de carne moída, espinafre, cebola, alho e pães ganhou meu apreço. Eu adoro comer esta iguaria, e ela é minha acompanhante fiel, especialmente em noites frias de outono e inverno.

O Schwäbischen “Maultaschen” é uma espécie de ravióli da Suábia mas e  é muito mais saboroso do que a versão italiana. Além do gosto mais apurado, ele também é maior em tamanho, cada unidade daria uns 5 raviólis da terra dos Romanos.

Eu acho que eu fui uma pioneira em levar este legado da Suábia para o Brasil. Claro que não importei o “Maultaschen” para o Brasil. Eu só levei um par de embalagens na minha mala mesmo, para a minha família experimentar e eles adoraram.

Há muitas receitas incluindo a guloseima, ela pode ser feita cozida, frita, grelhada. É servida como omelete, ou à italiana com queijo e molho de tomate. Também tem a versão bávara do prato que acrescenta “Sauerkraut” ou em português Chucrute e molho de cebola. Só que para mim, quando feita em caldo é particularmente melhor. Gosto de consumir o “Maultaschen” como sopa, do jeitinho que a provei na primeira vez. Quando feita como sopa, é preparado com um tempero bem conhecido dos brasileiros, o caldo Knorr. Só aqui vim descobrir que este produto é uma marca alemã. O caldo de galinha que era muito usado por minha avó, veio da cidade, onde o meu amor nasceu e que hoje habito, Heilbronn!

Através de um pequeno armazén construído em Heilbronn no ano de 1838, Carl Heinrich Theodor Knorr fundou este logotipo bem conhecido, que hoje é uma das maiores marcas da indústria alimentícia mundial.

A Combinação deste ravioli suábio e com o meu velho conhecido caldo Knorr me trouxe um gosto familiar de casa. A a partir do momento que eu abri definitivamente minha boca para qualquer alimento por mais estranho que ele me parecesse.

Outra coisa interessante sobre este prato é a lenda que explica sua origem , cuja história foi contada a mim por meu querido sogro.

Dizem que os monges cistercienses do mosteiro Maulbronn (daí o nome de “Maultaschen”, bolsa de Maul ), queriam esconder do bom Deus que comiam carne durante o período da Quaresma por esta razão criaram uma opção culinária em que a carne ficava escondida.

Esta tradição caiu como uma luva principalmente para as família evangélicas luteranas da Suábia. Para eles os “bolinhos no caldo” são um prato típico da Páscoa. Eu como sou católica brasileira, deixo o“Maultaschen” apenas para os outros dias do ano. Na sexta-feira santa, a denominada Karl Freitag alemã me reservo a ingerir apenas peixe.

E neste país da Europa Central tem cada peixe saboroso! A Alemanha rapidamente me mostrou que é muito mais do que a terra das salsichas. Nos seus restaurantes e festas experimentei peixes deliciosos. E olha que vivi numa cidade costa onde a pesca tem um grande destaque na culinária.

Minha sogra, que já está no céu, foi a melhor cozinheira que encontrei na Alemanha. A sexta-feira santa ao lado desta senhora com mãos mágicas foram alimentadas por uma combinação de peixes e saladas de batata.

As saladas de batata típicas do sul da Alemanha são sem maionese. A receita é composta por cebola picada, cebolinha, óleo e vinagre. O que a faz diferente e especial é o gostinho azedo e este sabor peculiar é o acompanhamento perfeito para um bom peixe.

Mesmo morando no interior do país comer peixe na Alemanha se tornou um hábito para mim. A rede de restaurantes Nordsee, originária do Mar do Norte mas espalhada por todos os estados, é uma excelente alternativa para quem quer comer frutos do mar regularmente.

Duas outras especialidades que me enchem a boca são peixe no espeto (Stockfisch am Spieß) e o milho doce também no espeto. Os dois sempre são vendidos como comidas próprias das festas de rua.

Devo confessar a vocês, que a minha comida favorita é um bom e leve saboroso peixe. Quando me mudei para esta pequena cidade sem praia eu tinha pânico ao pensar que eu não poderia mais comer o meu prato favorito.

Para minha surpresa, encontrei um canto especial que supre meus desejos toda sexta-feira. Eu posso dizer com segurança que o melhor peixe da minha vida eu comi em Heilbronn, em frente à Igreja Kilianskirche, em um restaurante chamado Vinum, provei o melhor bacalhau.

Toda sexta-feira o chefe de cozinha surpreende seus clientes com uma nova receita. O peixe é por vezes acompanhado de batatas, arroz ou legumes, sempre com uma salada adicional. O momento gastronômico mais precioso e especial da minha semana, é quando como meu meu peixe com um bom vinho ou suco, e aprecio a beleza da catedral que se ergue majestosa na minha frente. Neste instante agradeço a Deus pela refeição e pela alegria desta vida terrena cheia de sabores.

Outra coisa que adoro, é a variedade de saladas servidas neste país. Meu sogro faz o molho de salada mais saboroso que existe e em casa comemos principalmente Eisberg Salat (alface americana), Aquasalat (parece um agrião mais leve) e kopfsalat (alface lisa). Só que aqui não há apenas pratos leves mas também muita comida pesada. Como eu amo comer e sou uma glutona de mão cheia, a Alemanha é “um prato cheio” para mim.

Assim como diz o meu irmão mais velho, na Alemanha a comida é para lenhador que carrega peso e precisa de refeição pesada e os pratos são mais generosos do que em qualquer outro lugar no mundo, realmente enormes.

Os suábios são conhecidos como os alemães mais econômicos, para não dizer sovinas, e na terra deles é quase um insulto não terminar o prato ou jogar comida fora.

Como eu nunca consigo terminar o meu prato pois as porções descomunais, meu marido, que é suábio e cresceu ouvindo que se não comesse tudo ia chover no dia seguinte, quase sempre termina o meu trabalho de raspar o prato. E olha que ele não é trabalhador braçal!

Por esta máxima de não desperdiçar, na cozinha alemã tudo deve ser aproveitado e até mesmo os restos devem ser consumidos. Assim se explica a origem de muitos itens culinários do país.

Para garantir a sobrevivência em períodos de guerra ou nas épocas de frio severo, os habitantes desenvolveram técnicas para a conservação de alimentos, criando uma quantidade infinita de pratos.Começamos falando dos imbutidos, este país é o maior produtor de linguiça, salsichas, salamis, presuntos e frios do mundo, chamados todos por aqui de Würst.

Ao chegar aqui fiquei impressionado com a variação que concluiu um montante total de mais de 1500 tipos diferentes de frios. Amo as carnes defumadas e os frios que são feitos com queijo e cogumelos.

A velha e conhecida salsicha grelhada, Bratwurst é a rainha das festas, mas eu gosto mais da Käsewurst, uma linguiça com recheio de queijo ou do saboroso Schwarzwald Schinken, um presunto defumado que é uma espécie de Parma da Floresta Negra. Na Bavária a grande estrela é a Weißwurst, a salsicha branca típica de Munique que é comida com mostarda doce e às vezes com Bretzle. Segundo os entendidos não se deve comer esta salsicha bávara após o meio-dia, ela é própria para o café da manhã.

Outra iguaria rica dos desejuns matinais é o pão. Pães de todos os jeitos são produzidos na Alemanha é atualmente somam cerca de 300 tipos de pães e 1.200 tipos de biscoitos.Desde que moro aqui aprendi a comer pães com sementes de girassol ou com sementes de abóbora e eles não podem mais ficar longe de meu café da manhã.

Uma boa oportunidade para conhecer a gastronomia regional são as festas de rua. Na festa do vinho em Ellenbach por exemplo, é possível comer Spätzle, um macarrão típico daqui ou Schupfnudeln, outra massa regional. Também se sente o aroma inconfundível das delicosas tortas de cebola ou de uma erva chamada petersillen. Imperdível é o franco-alemão Flamkuchen, uma pizza fininha que ao invés de queijo leva creme de cebola e bacon.

Outros lugares interessantes na Alemanha onde se come barato uma comidinha autenticamente caseira você pode comer o melhor alimento de imagens desta casa são nas pitorescas Besen, nomeadas de vassouras pois em cada uma deles há uma vassoura de palha na porta.

Lá eles servem carne de porco em várias versões, o famoso joelho de porco (Schweinshaxe) servido com chucrute (Sauerkraut) e outras duas delícias de carne de vaca, importantes de se mencionar, crane cozida com vinho e vinagre (Sauerbraten) e uma versãoo alemã de picanha acebolada (Rostbraten).

Aqui uma ida ao supermercado significa para mim quase como um passeio num parque de diversões, com guloseimas exóticas, chocolates cremoso e especialidades sazonais, como os aspargos por exemplo. Minha cunhada aproveita a temporada da colheita de aspargos para cozinhar seu melhor prato da primavera e serve uma deliciosa combinação de aspargos, molhos cremosos e peito de peru.

Inclusive o meu marido me impressionou com suas especialidades culinárias. Ele me apresentou o Spätzle ainda quando passava férias comigo no Brasil. Sempre levava pacotes deste macarrão suábio e fazia com amor um molho com cogumelos frescos e bacon.

Muitos no Brasil não sabem mas a Alemanha ocupa, depois da França, o segundo lugar como cozinha mais premiada do mundo. Uma estrela culinária digna do status que conquistou e eu sou feliz por viver no estado que tem a melhor comida do país.

Eu também tenho lá meus dotes culinários, herdados pelo meu sangue de mulheres talentosíssimas na cozinha, mãe, avó e tia. Lentamente eu tento me tornar uma cozinheira Suábia e aprendo cada vez mais as especialidades da terrinha. Já cozinho com primazia um prato típico da região, o ensopado de lentilhas (Linsen Eintopf). Todas as vezes que recebo vistas do Brasil mostro minhas habilidades como dona de casa alemã cozinhando este prato.

Mas acredito que nenhum outra dona de casa alemã cozinhou uma refeição tão deliciosa como a minha falecida sogrinha.Na minha memória, eu guardo um prato chamado Fleischküchle que são bolinhos de carne, como as nossas almôndegas, regados por delicioso molho madeira delicioso e servidos com legumes e batatas.

Eu passava horas só repetindo o prato e comendo várias vezes, me entegava completamente ao pecado da gula e depois mandava fotos do prato para meus amigos e família no Brasil, é claro com o intuito de deixar todo mundo com água na boca!

Texto: Rafaela Carrijo.

Trufas deliciosas: Brigadeiro!

„Brigadeiro“ es símbolo de la cocina brasileña y es una delicia que  no puede faltar en las fiestas de cumpleaños.
Brigadeiro traducido al español significa „General de brigada“.
Y según cuentan tuvo su origen en la década de 1940 en homenaje al General de brigada Eduardo Gomes candidato a la presidencia de la República.
Las electoras preparaban dulces para cambiarlos por donativos para la campaña electoral. Y una de ellas ofreció al Brigadeiro Eduardo Gomes un dulce muy particular que llegó a conocerse como „el dulce preferido del Brigadeiro”. Y la versión corta del nombre: “Brigadeiro.” Esa es la parte histórica ahora paso a detallar la preparación.
La deliciosa trufa se prepara mezclando a fuego lento
1 lata de leche condensada
3 cucharadas de cacao/chocolate en polvo
1 cucharada de mantequilla
Lo retiramos del fuego después de 10 minutos o cuando la mezcla se despegue del fondo de la olla.
Dejamos enfriar la mezcla en un plato.
Nos humecedemos las manos con un poco de agua y formamos bolas con la masa achocolatada y luego las pasamos por chocolate granulado como decoración
Por: Soralys Guzmán

Especial Barcelona- Gastronomia

Oi, gente!

No Especial de Barcelona de hoje, falaremos sobre comida. Hummm…. Neste quesito, esta região da Catalunha é uma maravilha. Mais detalhes, leiam abaixo e vejam a entrevista com um empresário da Livraria Know Food, que é espanhol e já morou no Brasil por um tempo. Tem alguém melhor do que ele para nos dar dicas e falar do assunto? Comprovem vocês!

Até breve com mais Barcelona… Adios!

Culinária da Catalunha:

A Culinária da Catalunha ou Culinária Catalã é muito particular. A sua base é de origem mediterrânea e partilha os ingredientes mais diferenciados de outras culinárias da região; como os legumes ricos em fécula (como feijão, grão-de-bico, batata, lentilha, ervilha, e outros), legumes frescos, frutas, o azeite de oliva e os peixes de água salgada; e o espírito da variedade, a improvisação de misturas, sempre com normas bem realizadas que vem do inconsciente coletivo dos Catalães.
A culinária catalã atual é de origem antiga e os catalães são fiéis à preservação da confecção dos pratos. Os novos burgueses, ao longo da história, simplificaram-na e a adaptaram a todas os tipos de bolso. Em geral, ela se compõe de pratos simples de serem realizados e sem muitos ingredientes, para se poder reconhecer o sabor dos produtos de boa qualidade.
Os catalães pegavam os legumes secos dos soldados romanos; os produtos e técnicas, principalmente em confeitaria, dos judeus e árabes; as batatas, tomates, chocolate e outros produtos da América; etc.
Os pratos são apresentados em pedaços muito grandes do que geralmente encontrados na região Mediterrânea, por isso precisavam utilizar garfos e facas.
Atualmente os jovens e mais criativos fazem uma apresentação aos pratos de sempre, ou tentam introduzir alguma novidade, mas sempre respeitando as receitas tradicionais.

Paella

Päo com tomate

Crema-catalana

 

No sofá com a Latino Szene TV- Gastronomia!

Oi, gente!

Hoje estréia o nosso quadro ” No sofá com a Latino Szene TV”, onde os participantes opinam sobre diversos temas. O assunto de hoje é gastronomia.

Moradoras de Munique, brasileiras, Célia e Simone falam o que acham da comida alemä, de como se viram para cozinhar e matar a saudade da comida brasileira, de como os alemas se comportam com relacao a esse assunto etc.

Assistam ao vídeo e mandem um e-mail para nós: infolatinoszenetv@gmail.com

Até breve!

Gastronomia na Croácia- Parte 1

Oi, gente!

A Croácia é um país que, apesar de considerado pequeno, difere demais em sua cultura, dependendo da região.

Hoje vamos falar sobre culinária e nesse ponto não é uma exceção.  A gastronomia aqui é rica demais e bastante diversificada. Há influência de diversos países.

Outro prato que não está na lista abaixo, mas que é muito consumido no país, em todas as regiões, é o Ćevapić. Confesso que é o meu prato predileto. Por isso e por ser tão tradicional informo que em breve estaremos mostrando a vocês uma matéria especial sobre ele.

Mas neste post, confiram a lista das regiões com seus pratos típicos.

Dobar tek!

Região Continental

O gulasch, ensopado de carne bovina, é um dos resquícios da influência húngara na região. O prato é consumido principalmente na Eslavônia. Na região, usa-se também raiz-forte.

Região Norte

Há um predomínio da influência austro-húngara.

Consome-se muita batata e repolho, além de doces e salgados feitos com massa folhada. Um dos pratos típicos de Zagreb é o štrudla, massa folheada recheada com queijo ou com carne. No norte da capital, há ainda o krempita, mil-folhas recheada com um creme doce. No norte do país consome-se o sarma, espécie de charuto feito com repolho azedo e carne defumada.

Região Litorânea

Há influência de pratos e alimentos deixados pela passagem do Império Romano.

O dalmantinska štrudla, por exemplo, é uma espécie de štrudel, mas feito com a massa do crostoli, doce típico italiano. Outro indício da passagem romana pela região é o pršut (lê-se perchut), um presunto cru semelhante ao de parma. Na Dalmácia, costuma-se comer o brudet (cozido de peixes com batata) e o zelje (ensopado com verdura e costelinha salgada).

Região fronteiriça com a Bósnia

Sob influência turca, um dos pratos mais tradicionais é o bosanski lonac (lê-se bossanski lonats), uma espécie de cozido feito com camadas sobrepostas de legumes (cenoura, batata, repolho, vagem, tomate, cebola) e variados tipos de carne. Outro preparo típico é o burek, uma torta de semolina com mel.

Melhores Momentos Latino Szene TV pra você!

 

Oi, gente!
Recordar é viver! Por isso, vamos recordar os melhores momentos da Latino Szene TV,,, Curtam e aguardem-nos em 2012… Bjossssss

Como preparar chimarrão com a Latino Szene TV!

Oi, gente!
Fui à casa do músico Geraldo Müller que é gaúcho e mora aqui em Munique. Ele me ensinou como se prepara a bebida mais tradicional da região sul do Brasil, o chimarrão. Vocês já provaram? Eu provei pela primeira vez e gostei muito. No início é um pouco amargo, mas depois, a gente se acostuma com o gostinho do chá.
É um ritual bem legal, porque, como toda boa bebida, é um motivo pra reunir amigos e dividir a mesma “cuia” com um bate papo agradável.
O nosso câmera (também músico Luiz du Bem), que é paulista, provou e aprovou a bebida.
Bah, a matéria tá tri-legal, tchê! :-D Confiram! Até a próxima!
Auf Wiedersehennnnnnnnnn!

Chorinho e comida brasileira

Oi, gente!

Além de ficarmos longe da família e dos amigos, nós, estrangeiros, sentimos muita falta da nossa comidinha regional e também de uma boa música ao vivo na nossa língua.,.. Por isso, quando há eventos onde podemos matar a saudade do nosso país, não deixamos de comparecer.

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PAELLA

PAELLA

(video) Se denomina paella (del valenciano paella, sartén, y éste del latín patella -análogo al castellano padilla-, especie de sartén ancha) a una receta de cocina a base de arroz cocido,

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